3° Trimestre de 2017 | Lição 4

O Senhor e Salvador Jesus Cristo | ESBOÇO DA LIÇÃO INTRODUÇÃO I – O FILHO UNIGÊNITO DE DEUS II – A DEIDADE DO FILHO DE DEUS III – A HUMANIDADE DO FILHO DE DEUS CONCLUSÃO | OBJETIVO GERAL Explicar porque cremos que Jesus é o Filho Unigênito de Deus, plenamente Deus e plenamente homem. OBJETIVOS ESPECÍFICOS I – Compreender que Jesus é o Filho Unigênito de Deus; II – Mostrar a deidade do Filho de Deus; III – Apresentar a humanidade do Filho de Deus. PONTO CENTRAL Cremos que Jesus é o Filho Unigênito de Deus, plenamente Deus e plenamente homem. *************************** Me sinto honrado por ter participado do Programa Novo Alvorecer Especial EBD... Estou postando aqui o Programa na íntegra.. Confira! Acesse: www.adcaratinga.com www.projetosemeadores.com
3° Trimestre de 2017 | Lição 3
A Santíssima Trindade: Um só Deus em três pessoas


3° Trimestre de 2017 | Lição 3 A Santíssima Trindade: Um só Deus em três pessoas | ESBOÇO DA LIÇÃO INTRODUÇÃO I – CONSTRUÇÕES BÍBLICAS TRINITÁRIAS II – DEUS TRINO E UNO III – AS CRENÇAS INADEQUADAS IV – RESPOSTA ÀS OBJEÇÕES ACERCA DA TRINDADE CONCLUSÃO | OBJETIVO GERAL Saber que cremos em um só Deus, eternamente subsistente em três pessoas distintas: o Pai, o Filho e o Espírito Santo. OBJETIVOS ESPECÍFICOS I – Explicar as construções bíblicas trinitárias; II – Mostrar que Deus é trino e único; III – Conhecer algumas crenças inadequadas a respeito da Trindade; IV – Apresentar algumas respostas às objeções acerca da Trindade. PONTO CENTRAL Cremos em um só Deus, eternamente subsistente em três pessoas. ***************************
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Depois da chamada “Revolução de 1979”, que transformou o país numa ditadura islâmica (que apóia abertamente grupos terroristas como  o Hamas e o Hezbollah), o Irã sempre defende a destruição de Israel com base na exortação do Alcorão: “Matai-os [os infiéis] onde quer que os encontreis e expulsai-os de onde vos expulsaram”. Uma das maneiras de manter vivo esse discurso é a promoção anual do Dia de Al Quds, palavra árabe que significa “A Santa”, a maneira como os muçulmanos chamam Jerusalém.
Como todo ano, a parada realizada na capital Teerã, coincidiu com o encerramento do Ramadã, mês mais sagrado do ano para os islâmicos. Além dos tradicionais cantos de guerra, pedindo “Morte a Israel”, foi declarado que destruir o Estado judeu é “a principal prioridade do mundo muçulmano”.
A comemoração deste ano ocorre em meio a uma intensa batalha pela influência na região entre o Irã xiita e seu rival sunita da Arábia Saudita que não tiveram relações diplomáticas desde janeiro do ano passado.
A mídia controlada pela ditadura islâmica colocou o número de participantes em mais de 1 milhão.
Diversas bandeiras israelenses e americanas foram queimadas em sinal de protesto. Também havia muitas bandeiras da Palestina e palavras de ordem pedindo “Palestina Livre”.
Os líderes iranianos que participaram dos comícios também pediram a união entre grupos pró-palestinos contra o governo israelense, anunciou a Agência de Notícias Tasnim, do Irã.
As milhares de pessoas que foram às ruas viram desfiles da Guarda Revolucionária do Irã, que fez a exibição de três mísseis balísticos de superfície a superfície, incluindo o Zolfaghar, usado recentemente para bombardear a Síria, a mais de 600 quilômetros e distância.
Outro míssil presente foi o Ghadr, capaz de atingir um raio de 2.000 quilômetros, que poderia alcançar as bases do EUA na região e chegar até Israel.
Durante seu discurso, o presidente iraniano, Hassan Rouhani, disse que Israel apoia “terroristas na região”. Já o parlamentar Ali Larijani, chamou Israel de “mãe do terrorismo” e que em todo o século 20, “não houve nenhum evento mais ameaçador do que estabelecer o regime sionista”.
Chamou atenção a inauguração de um enorme cronômetro na Praça Palestina de Teerã. Em modo de contagem regressiva, o display digital indica que Israel deixará de existir em 8.411 dias. Ele parece refletir a promessa do líder supremo do Irã, o aiatolá Ali Khamenei, que até 2040 o Estado de Israel seria destruído.

Dia de Al Quds no Brasil
Embora com menor expressão, nos últimos dias ocorreram marchas em celebração ao Dia de Al Quds também em Londres, Berlim e Toronto, onde a maioria dos participantes era muçulmano, mas também havia pessoas ligadas a movimentos de esquerda, contrários a Israel.
No Brasil não ocorreram manifestações públicas, mas o Partido dos Trabalhadores promoveu uma audiência pública da Comissão de Direitos Humanos e Minorias (CDHM), para marcar a data.
A reunião, presidida pela vice-presidente da CDHM, deputada Erika Kokay (PT-DF), contou com a presença do embaixador do Irã, além de entidades “defensoras da causa palestina”.
O PT descreve a "marcha de ódio" que clama por "morte a Israel" da seguinte maneira:
"O Dia de Al-Quds é um evento anual realizado na República Islâmica do Irã, e em outros países ao redor do mundo, instituído pelo Aiatolá Khomeini, em 1979, após a revolução iraniana que derrubou o então comandante (pró-ocidente) do país, o Xá Reza Palevi. A data foi adotada para expressar solidariedade ao povo palestino e oposição ao sionismo, e também como forma de protesto contra o controle de Jerusalém por Israel."
Além disso a 'deputada' Érika Kokay teve "coragem" de acusar Israel de "intolerância", dizendo:
“A causa palestina é retratada pelo sofrimento de um povo sem terra, espalhado por todo o mundo, e ainda oprimido pelo brutal desrespeito aos direitos humanos praticado contra os palestinos por Israel, e que não reconhece a importância da Jerusalém histórica para esse povo, em um claro sinal de intolerância religiosa”

Por Joás Inacio

Fonte:

Jarbas Aragão (GospelPrime)
Com informações de Times of Israel
Portal PT na Câmara
Rússia diz ter matado líder máximo do Estado Islâmico: quem é Abu Bakr al-Baghdadi

O Ministério da Defesa da Rússia informou nesta sexta-feira que um ataque aéreo pode ter matado o líder do Estado Islâmico (EI), Abu Bakr al-Baghdadi, e outros 330 combatentes. O alvo teria sido uma reunião do conselho militar do grupo em Raqq, no norte da Síria, realizada no dia 28 de maio.
Num comunicado publicado na agência de notícias estatal russa, Sputnik, o ministério afirmou que 30 comandantes e até 300 soldados do EI estavam na reunião. "De acordo com informações checadas por vários canais, o líder do EI, Ibrahim Abu-Bakr al-Baghdadi, estava presente na reunião e foi morto em consequência do ataque aéreo".
No entanto, sua morte já foi divulgada outras vezes equivocadamente. O coronel John, porta-voz da coalizão americana de combate ao EI, disse que os EUA não conseguiram confirmar se Baghdadi de fato foi morto. Já o governo sírio não comentou o caso. A localização de Baghdadi é desconhecida há tempos.
A seguir o especialista William McCants explica como Baghdadi chegou ao posto máximo do grupo extremista.

Ferrenho religioso

Ibrahim Awwad Ibrahim al-Badri, também conhecido como Abu Bakr al-Baghdadi, nasceu em 1971 em Samarra, no Iraque, numa família sunita de classe média. Sua família era conhecida por sua religiosidade, e a comunidade acredita que ele seja descendente do profeta Muhammad.
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Ahmed Kathrada, o (Kathy) ativista sul-africano companheiro de luta de Nelson Mandela contra o apartheid (um sistema institucionalizado de segregação racial e discriminação na África do Sul entre 1948 e 1991, quando foi abolido), morreu esta segunda-feira em Joanesburgo, aos 87 anos.
Kathrada (21.10.1929 - 28.03.2017) estava entre os que foram julgados e presos juntamente com Mandela, no julgamento de Rivonia, em 1964.
Passou 26 anos e três meses na prisão, 18 dos quais em Robben Island, ao largo da Cidade do Cabo.
Foi uma das figuras de primeiro plano durante as negociações entre o Congresso Nacional Africano (ANC) e o regime branco que contribuiram, nos anos 1990 para o fim do apartheid e as primeiras eleições livres do país em 1994.
Depois do fim do regime de apartheid, Kathrada foi eleito membro do parlamento e conselheiro do presidente Nelson Mandela no primeiro governo do Congresso Nacional Africano, entre 1994 e 1999.
Kathrada é autor do livro "No Bread for Mandela"  onde conta sobre seu período de prisão e  a emocionante história da batalha vitalícia de Kathrada pela justiça na África do Sul.
Aos dezessete anos, Kathrada deixou a escola para se tornar um organizador de jovens para o Conselho de Resistência Passiva do Transvaal e ajudou com a união de vários grupos de oposição sob a liderança do Congresso Nacional Africano.
Preso em 1963, aos 34 anos, acusado de sabotagem e conspiração contra o governo sul-africano, Kathrada foi sentenciado a prisão perpétua.
Embora ele, Nelson Mandela, e outros prisioneiros africanos estavam cumprindo a mesma sentença, sob os regulamentos da prisão do regime do apartheid, Kathrada, que é de ascendência índia, recebeu melhor tratamento.
Indignado com as desigualdades do apartheid e não querendo admitir a derrota, mesmo na prisão, Kathrada e seus companheiros prisioneiros continuaram a luta pela igualdade e justiça.
Na prisão, a forma mais extrema de protesto e luta foi a greve de fome. Kathrada também foi instrumental na organização de uma rede secreta de comunicação entre prisioneiros em diferentes seções da prisão e com o mundo exterior.
Esta memória rebitadora, abrangendo a história da África do Sul moderna, Lança nova luz sobre a luta contra o apartheid.
"Nenhum pão para Mandela" é o relato emocionante e perspicaz de um homem que serviu entre um quadro leal do Congresso Nacional Africano e ajudou a moldar a história do seu país.
Há 72 anos, em 27 de janeiro de 1945, o Exército Vermelho libertou Auschwitz, o maior e mais terrível campo de extermínio dos nazistas. Em suas câmaras de gás e crematórios foram mortas pelo menos um milhão de pessoas.
Auschwitz foi o maior e mais terrível campo de extermínio do regime de Hitler. Em suas câmaras de gás e crematórios foram mortas pelo menos um milhão de pessoas. No auge do Holocausto, em 1944, eram assassinadas seis mil pessoas por dia. Auschwitz tornou-se sinônimo do genocídio de judeus, sintos e roma e tantos outros grupos perseguidos pelos nazistas.
As tropas soviéticas chegaram a Auschwitz, hoje Polônia, na tarde de 27 de janeiro de 1945, um sábado. A forte resistência dos soldados alemães causou um saldo de 231 mortos entre os soviéticos. Oito mil prisioneiros foram libertados, a maioria em situação deplorável devido ao martírio que enfrentaram.
"Na chegada ao campo de concentração, um médico e um comandante questionavam a idade e o estado de saúde dos prisioneiros que chegavam", contou Anita Lasker, uma das sobreviventes. Depois disso, as pessoas eram encaminhadas para a esquerda ou para a direita, ou seja, para os aposentos ou direto para o crematório. Quem alegasse qualquer problema estava, na realidade, assinando sua sentença de morte.
Em seus movimentos em território europeu, em uma série de ofensivas militares contra a Alemanha nazista, as tropas Aliadas encontraram dezenas de milhares de prisioneiros em campos de concentração. Muitos deles haviam conseguido sobreviver às longas "marchas forçadas" que foram obrigados a fazer entre os campos da Polônia ocupada até o interior da Alemanha, mas estavam em péssimo estado físico, e todos sofriam de inanição e enfermidades diversas.

As forças soviéticas foram as primeiras a chegar a um campo nazista de grande porte, Majdanek, próximo à cidade de Lublin, na Polônia, em julho de 1944. Surpresos com o rápido avanço soviético, os alemães tentaram esconder as evidências do extermínio em massa demolindo o campo. As equipes nazistas atearam fogo ao enorme crematório utilizado para carbonizar os corpos dos prisioneiros assassinados mas, devido à pressa, as câmaras de gás foram deixadas de pé. No verão de 1944, os soviéticos também encontraram e invadiram os campos de extermínio de Belzec, Sobibor e Treblinka, que os alemães haviam demolido em 1943 uma vez que a maioria dos israelitas da Polônia já havia sido assassinada.

Em janeiro de 1945 os soviéticos liberaram Auschwitz, o maior de todos os campos de concentração e de extermínio. Quando os soldados entraram naquele campo, os nazistas já haviam retirado a maioria dos prisioneiros, obrigando-os a marchar rumo ao oeste da Alemanha nas infamemente conhecidas "marchas da morte", mas os soviéticos ainda encontraram vivos milhares de prisioneiros esqueléticos, tendo provas em abundância do extermínio em massa efetuado em Auschwitz. Embora os alemães em fuga houvessem destruído a maioria dos depósitos daquele campo, nos demais os soviéticos encontraram os pertences das vítimas roubados pelos nazistas, bem como centenas de milhares de ternos masculinos, cerca de 800.000 vestidos, e mais de 7.000 quilos de cabelo. Nos meses seguintes, os soviéticos liberaram mais campos nos paises Bálticos e na Polônia e, um pouco antes da rendição alemã, eles já haviam conseguido libertar os prisioneiros dos campos de Stutthof, Sachasenhausen e Ravensbrueck.

Forças norte-americanas liberaram o campo de concentração de Buchenwald, próximo a Weimar na Alemanha, em 11 de abril de 1945, poucos dias após os nazistas haverem iniciado sua evacuaçao. Naquele dia, uma organização secreta de resistência, formada por prisioneiros, conseguiu atacar e controlar Buchenwald, evitando assim as atrocidades comumente cometidas pelos alemães antes de se retirarem. Forças norte-americanas libertaram mais de 20.000 prisioneiros em Buchenwald, e, em seguida, liberaram os campos de Dora-Mittelbau, Flossenbürg, Dachau e Mauthausen.

As forças britânicas liberaram campos de concentração no norte da Alemanha, incluindo Neuengamme e Bergen-Belsen, próximo à cidade de Celle, havendo entrado neste último em meados de abril de 1945. Cerca de 60.000 prisioneiros foram encontrados com vida, embora a maioria estivesse em situação crítica devido a uma epidemia de tifo. Mais de 10.000 sobreviventes morreram poucas semanas após a libertação em decorrência de subnutrição e doenças.

As forças que libertaram os campos presenciaram condições inimagináveis impostas pelos nazistas, e encontraram pilhas de corpos que não haviam sido enterrados. Havia uma baixíssima percentagem de sobreviventes, os quais pareciam esqueletos devido às demandas do trabalho escravo e à falta de alimentos, somados aos muitos meses e anos de maus tratos. Muitos estavam tão fracos que mal podiam mover-se. As doenças eram um perigo constante e muitos dos campos tiveram que ser queimados para prevenir a propagação de epidemias. Somente após a liberação dos campos é que o mundo tomou conhecimento das horrendas finalidades a que se destinavam. Os sobreviventes enfrentaram um longo e árduo caminho até conseguirem se restabelecer.

Fonte: Enciclopédia do Holocausto (www.ushmm.org) | DW (www.dw.com)
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